Fotos Lufe Gomes

Sandra Annenberg concedeu uma entrevista ao suplemento “Sessão Extra”, do jornal “Extra”, desta segunda-feira (11), e disse que o jornalismo sempre foi sua “primeira opção” profissional, embora tenha trabalhado como atriz em seriados da TV Globo e protagonizado uma novela no SBT.

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Ela também falou sobre a vontade de fazer cinema: “Sempre foi o maior sonho da minha vida! Não sei se vou conseguir realizá-lo”.

A jornalista afirmou nunca ter sofrido algum tipo de preconceito por ter sido “moça do tempo”. “Nunca, imagina! Fui a primeira moça do tempo do ‘Jornal Nacional’, desbravei este caminho.

Sandra falou também sobre a maternidade. Ela é mãe de Elisa, de 9 anos, do casamento com o também jornalista Ernesto Paglia. “Mudou completamente a minha vida! Uma pessoinha depende de mim. Tudo o que faço, é pensando nela.”

Ela disse que não se importaria caso a filha decidir seguir a profissão dos pais. “Gosto tanto da minha profissão que não veria problema. Só acho que ser jornalista é sacrificante: não tem feriado, nem fim de semana, nem horário fixo.”

Fotos Lufe Gomes

Sandra Annenberg concedeu uma entrevista ao suplemento “Sessão Extra”, do jornal “Extra”, desta segunda-feira (11), e disse que o jornalismo sempre foi sua “primeira opção” profissional, embora tenha trabalhado como atriz em seriados da TV Globo e protagonizado uma novela no SBT.

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Ela também falou sobre a vontade de fazer cinema: “Sempre foi o maior sonho da minha vida! Não sei se vou conseguir realizá-lo”.

A jornalista afirmou nunca ter sofrido algum tipo de preconceito por ter sido “moça do tempo”. “Nunca, imagina! Fui a primeira moça do tempo do ‘Jornal Nacional’, desbravei este caminho.

Sandra falou também sobre a maternidade. Ela é mãe de Elisa, de 9 anos, do casamento com o também jornalista Ernesto Paglia. “Mudou completamente a minha vida! Uma pessoinha depende de mim. Tudo o que faço, é pensando nela.”

Ela disse que não se importaria caso a filha decidir seguir a profissão dos pais. “Gosto tanto da minha profissão que não veria problema. Só acho que ser jornalista é sacrificante: não tem feriado, nem fim de semana, nem horário fixo.”