Nina SimoneO álbum Nina Revisited… A Tribute To Nina Simone, esperado tributo a Nina Simone, com um time de estrelas como Lauryn Hill, Usher, Mary J. Blige foi liberado para streaming na segunda (6) pela NPR, rádio pública dos Estados Unidos.O disco integra um projeto de valorização da obra da deusa que também conta com o documentário What Happened, Miss Simone?, de Liz Garbus, disponível na plataforma de vídeos Netflix.

Em texto divulgado pela NPR, assinado por Salamishah Tillet, professora da Universidade da Pensilvânia, a pesquisadora e escritora cita uma entrevista dada por Nina para a Ebony Magazine, em 1969, que ela disse: “Espero que chegue o dia em que eu serei capaz de cantar mais músicas de amor, quando a necessidade de cantar músicas de protesto não será tão urgente”, afirmou.Ela diz essa tensão marcou toda a sua carreira que enquanto ela emplacou alguns de seus maiores sucessos a partir de canções populares de amor como I Loves You, Porgy e I Put A Spell on You, os ativistas dos direitos civis a canonizaram como The High Priestess of Soul (sacerdotisa do soul) por composições e interpretações de sons como Mississippi Goddam e To Be Young, Gifted and Black.A professora, no entanto, aponta que Nina transcendeu essas categorizações como ao politizar músicas românticas, exemplo de Don’t Let Me Be Misunderstood, de Horace Ott. “É um álbum que parece corretamente nostálgico em alguns momentos e em outros profundamente contemporâneo.

É um mix  diversificado de vozes que às vezes se torna complicado e inconsistente e, dependendo do artista e da música, se aproxima do espírito de Nina Simone”, afirma a pesquisadora, que está escrevendo um livro sobre Nina e autora de Sites of Slavery: Citizenship and Racial Democracy in the Post-Civil Rights Imagination (espaços de escravidão: cidadania e democracia racial na imaginação pós-direitos civis).

O disco integra um projeto de valorização da obra da deusa que também conta com o documentário What Happened, Miss Simone?, de Liz Garbus, disponível na plataforma de vídeos Netflix.

Em texto divulgado pela NPR, assinado por Salamishah Tillet, professora da Universidade da Pensilvânia, a pesquisadora e escritora cita uma entrevista dada por Nina para a Ebony Magazine, em 1969, que ela disse: “Espero que chegue o dia em que eu serei capaz de cantar mais músicas de amor, quando a necessidade de cantar músicas de protesto não será tão urgente”, afirmou.

Ela diz essa tensão marcou toda a sua carreira que enquanto ela emplacou alguns de seus maiores sucessos a partir de canções populares de amor como I Loves You, Porgy e I Put A Spell on You, os ativistas dos direitos civis a canonizaram como The High Priestess of Soul (sacerdotisa do soul) por composições e interpretações de sons como Mississippi Goddam e To Be YoungGifted and Black.

A professora, no entanto, aponta que Nina transcendeu essas categorizações como ao politizar músicas românticas, exemplo de Don’t Let Me Be Misunderstood, de Horace Ott. “É um álbum que parece corretamente nostálgico em alguns momentos e em outros profundamente contemporâneo. É um mix  diversificado de vozes que às vezes se torna complicado e inconsistente e, dependendo do artista e da música, se aproxima do espírito de Nina Simone”, afirma a pesquisadora, que está escrevendo um livro sobre Nina e autora de Sites of Slavery: Citizenship and Racial Democracy in the Post-Civil Rights Imagination (espaços de escravidão: cidadania e democracia racial na imaginação pós-direitos civis).

Fonte: Lauryn Hill, Usher e Mary J. Blige fazem tributo a Nina Simone. Ouça na íntegra | Virgula